Meio Ambiente
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CORREDORES BIOLÓGICOS
    O uso e a ocupação do solo nas propriedades Agro Norte Pesquisa e Sementes levaram em consideração os conceitos de corredores biológicos como parte de nossa visão de agricultura sustentável. Desse sistema já fazem parte constante a rotação de cultura (Arroz, Soja, Milho, Milheto, Pé-de-Galinha, Sorgo, Feijão, Capim Sudão e Gado de Corte), o plantio direto na palha, e o sistema integrado de manejo de pragas, doenças e ervas daninhas. Os corredores biológicos e o efeito de borda têm uma importância muito grande dentro do sistema de produção e da conservação da biodiversidade. A base teórica de nosso uso e ocupação é estudar o Mosaico de Solos e Vegetação de nossas propriedades e a partir daí separar por solos agricultáveis, áreas de preservação permanentes (nascentes, margens de rios, reserva legal e outras), áreas de declives acentuados, texturas arenosas e outras.

    Essas áreas são planejadas para que os talhões de cultivos não ultrapassem 350 hectares separados por corredores de vegetação nativa, que podem variar de 100 a 150 metros de largura. Esses corredores fazem a ligação das diferentes áreas de conservação da propriedade que acaba compondo pequenos fragmentos de vegetação que circunda as margens de rios, as nascentes de demais áreas de proteção permanentes. Outro ponto importante é que as áreas que circundam as nascentes e as matas ciliares são sempre maiores que as exigidas pela legislação, pois consideramos que o “Efeito de Borda” ajudam a proteger melhor a biodiversidade e o fluxo de genes (animal e vegetal) dentro do sistema ecológico. O Efeito Borda é ampliado, pois paralelo aos corredores biológicos a Agro Norte desenvolve atividade de Agrosilvicultura com o plantio de espécies frutíferas, melíferas e essências florestais em faixas de 25 a 50 metros. Essa produção de frutas e mel é destinada ao consumo interno e para vendas a comunidade local, ademais os animais que transitam por esses corredores tem maior oferta de alimentos em diferentes época do ano. Entre as frutas estão: manga, cajá, laranja, caju, jaca, abacate, jabuticaba, mangostão, rambutão, lichia, banana, mamão, goiaba, pupunha, cocos, fruta-pão, tamarindo, Abiu-sapote, ingás, cupuaçu, pinhas, fruta do conde, açaí, araçá, bacaba, jambo e outros. Essências florestais e melíferas tais como: ipês, fava d’anta, jatobá, cedro, eucaliptos, teca, mogno, cerejeira, mirindiba, aroeira, bacupari, castanheira, pau de balsa, e outras.

    Os corredores biológicos estão fundamentados dentro das duas teorias que compõem as bases para as estratégias de conservação da biodiversidade. Elas são a Biogeografia de Ilhas e a Meta-populações. A Biogeografia de Ilhas considera que uma ilha no meio do oceano, quanto menor e mais isolada conterá menor biodiversidade e estará mais sujeita a extinção de uma espécie que a mesma porção espacial em terra no continente. A teoria de Meta-populações foi definida como o conjunto de sub-populações interconectada que funciona como uma única unidade demográfica. Resumindo, num fragmento (Reservas) de mato isolado dentro de uma fazenda, e esta fazenda isolada dentro de uma região irão conter vários fragmentos que contem animais e plantas que podem ser extintas de um fragmento (Reservas) isolado, mas pode existir em outro fragmento de outra fazenda isolada na mesma região e assim a probabilidade de extinções locais podem ser balanceadas, no entanto, a quantidades de espécies em cada porção de mata é pequena e o fluxo genético é bastante limitado, principalmente de animais que podem disseminar as sementes de plantas. Por isso os corredores biológicos são de suma importância como estratégia de conservação ambiental, já que facilita o fluxo genético de animais e insetos que acabam disseminando sementes da flora nativa entre os diferentes fragmentos.

    A ocupação do Mato Grosso e do Centro-Oeste levaram a fragmentação da vegetação. Cada propriedade planejou a ocupação do solo de acordo aos seus próprios recursos e tratando de cumprir a legislação ambiental e deixa uma porção de mata para compor a reserva legal. Com isso temos uma vegetação bastante fragmentada que no final não cumpre o que inicialmente foi a idéia da reserva legal que era a preservação da biodiversidade. Posteriormente veio o aumento da reserva legal obrigando ao agricultor a deixar boas porções de terras férteis sem cultivar e o ilhas de vegetação sem cumprir sua verdadeira finalidade de conservação ambiental.

    Os corredores biológicos além do efeito direto sobre o fluxo genético entre os diferentes fragmentos têm outros benefícios ao agricultor como:
      • Quebra-vento natural;
      • Separa os talhões e evitar a disseminação de pragas e doenças;
      • Zona Buffer que servem de refugio para os inimigos naturais de pragas que afetam as lavouras;
      • Mantêm um espaço para que os animais selvagens transitem de uma área a outra sem cruzar pelo meio da lavoura, evitando perdas e acidentes;
      • Os animais encontram arvores frutíferas e melíferas da própria região;
      • Evita o custo do replantio de espécies como eucalipto e outras espécies de árvores forasteiras para a formação de quebra ventos;

    Nosso conceito de produção e sistemas de produção é integrado à consciência de conservação dos recursos naturais. Estamos produzindo mais e melhor e a fauna e a flora local são parte integrante do nosso sistema para balancear os impactos ambientais de nossas atividades. Os corredores biológicos constituem um forte aliado ao nosso sistema de produção ao aumentar a biodiversidade de nossas propriedades. Com a certeza que nossos filhos, netos e os filhos deles continuarão a produzir e irão conhecer a diversidade natural que encontramos quando chegamos aqui.

SILVICULTURA
    A silvicultura tem um importante papel no processo de reflorestamento, atua contra a erosão, a desertificação e o enfraquecimento do solo. Tem como função cuidar da exploração e da manutenção racional das florestas, desde o pequeno agricultor às grandes propriedades.

    A Agro Norte desenvolve atividade de agro-silvicultura com o plantio de espécies frutíferas, melíferas e essências florestais em faixas de 25 a 50 metros. Essa produção de frutas e mel é destinada ao consumo interno e para vendas a comunidade local, ademais os animais que transitam por esses corredores tem maior oferta de alimentos em diferentes época do ano. Entre as frutas estão: manga, cajá, laranja, caju, jaca, abacate, jabuticaba, mangostão, rambutão, lichia, banana, mamão, goiaba, pupunha, cocos, fruta-pão, tamarindo, abiu-sapote, ingás, cupuaçu, pinhas, fruta do conde, açaí, araçá, bacaba, jambo e outros. Essências florestais e melíferas tais como: ipês (rosa e amarelo), mogno, seringueira, guanandi, itaúba, chichá, cumaru/champagne, peroba mika, fava d’anta, jatobá, cedro rosa, varjão, caopaíba, eucaliptos, teca, mogno, cerejeira, mirindiba, aroeira, bacupari, castanheira, pau de balsa, e outras.

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